colastrina resenha - Uma visão geral

Sãeste Paulo de longe possui este elevado índice por violência no Sudeste e chamar isso por Caos Organizado me parece uma piada de mau gosto, pois o problema do Rio em algum momento foi o problema do País do futebol de norte a sul, é a inchaçeste da máquina pública, a bandalheira do dinheiro do contribuinte, este descaso usando a população, a impunidade do delito e por ai vai…. Esse texto é Ainda mais 1 texto por quem pouco contribui com este debate da sociedade que Muito mais importa. A SOCIEDADE BRASILEIRA, como não antes do sermos cariocas, paulistanos, mineiros, gaúchos, nordestinos, somos brasileiros….vamos Discutir Ainda mais do problema do bairro do de que do quintal alheio!!

Depois qual as crianças crescem e trabalham e qual já não exigem Muito mais a vigor que antes precisavam, o casal pode relaxar e desfrutar juntos um do outro, com distrações. Eles se dão conta que ser maior é melhor!

Deter alma carioca é viver a cidade e tomar algo para mudar essa realidade. Volta pra Sãeste Paulo, estará segura por lá…

Tudo verdade, porém sua própria São Paulo cheio de gente que se acha dona da verdade, qual jogou este país pelo ódio e pelo golpe e ainda se acham superiores por estar na cidade mais rica construída a base por exploração por mão de obra desesperada, retirante da seca, nãeste fica atrás na favelização e criminalidade.

E cobrar investimentos em educação principalmente (o que vai garantir as gerações futuras), saúdo e segurança!

te entendo super natural Katia, acho q tbm vivo tal nostalgia!! Se o carioca gostasse de verdade de tua cidade, nãeste manter-seíamos nessa situação, ms acho q o egoísmo, a prepotência, a falta por visão e Saber e a preguiça, infelizmente nos levaram a tal realidade!!! Agora, a autora do texto está exatamente sendo amplamente radical e pouco realista, ESTES problemas q temos usando violência, sujeira, má gestãeste nãeste é realidade só no Rio de Janeiro, o país tem sido lesado ano após ano, fortunas são desviadas da saúde e educaçãeste e obviamente a desigualdade social só aumenta.

Concordo e assino embaixo. Amo meu RJ e quem nãeste gostar que saia daqui, como se SP fosse uma maravilha, é só assistir ESTES A página internet relacionados tele-jornais e vê a violência em SP.

Espero que a pessoa qual escreveu já tenha ido embora daqui! Volte para São Paulo, vá viver aquela vida fria e sem graça. Porém pare por jogar pedra no telhado Destes outros porque o seu também igualmente similarmente identicamente conjuntamente é do vidro!!!

Superioridade do vida nãeste pode nunca do longe ser comparada com a do Rio…. Nem precisamente utilizando a da ZS… Aqui está um caos…

Muito injusto visite este link página web a comparação do Rio com outras cidades pelo quesito violencia, O Rio deixou de ser a cidade maravilhosa e virou o Iraque Brasileiro, não é mal minha opinião, basta ver este comparativo do turismo que caiu Muito mais por 60% em 1 ano.

Acho qual a síndrome de vira-lata está aí do teu lado porque você nãeste consegue assimilar uma crítica totalmente olharídica à tua própria cidade, nãeste importa se a autora da crítica é paulista, gaúcha, mineira ou de Marte Em nenhum momento ela comparou Marte utilizando a cidade do RJ. E tampouco ela disse que gostaria por voltar a SP… ela gostaria sim do sair do RJ, este de que nãeste significa necessariamente voltar a SP. Este de que falta aqui é humildade pra reconhecer de que é realmente ruim… novamente, ningué especialmentem disse qual SP era Porreiro, isso foi você quem colocou.

Mas é bonito subir este morro, ir ao sambinha, postar foto na “comunidade” e fazer do conta qual ela fique ligado está integrada. Nãeste está. Vive bonito na letra de música, na poesia, mas é exclusivamente gente esquecida –e tolerada– em troca do status do cartão postal.”

KKKKK por qual planeta você vem? Exploração de mão por obra desesperada…??? Isso se chama “mercado por produção”. A partir do momento em que você tem gente retirante da seca de que vem matar a fome na cidade Enorme, isso ocorre em qualquer Parcela do mundo.

Vagner, você se confundiu. Não sou a autora do texto, de que foi publicado na Folha do São Paulo. A autora é agora mesmo a paulista Mariliz Pereira Jorge. Eu me limitei a reproduzí-lo pelo 50emais. Dê uma olhada:

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